A Influência da Cultura Europeia no Paraná
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Comidas Típicas paranaense
http://www.blogvambora.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Barreado.jpg
Os imigrantes invadiram o Paraná! Foram italianos, japoneses, alemães, mas os que mais influenciaram foram os poloneses e ucranianos. Lendo a história do Paraná na Coleção Cozinha Regional Brasileira, descobri que Curitiba é a segunda cidade fora da Polônia com o maior número de descendentes de poloneses. Dá para acreditar!?
Esses gringos trouxeram muito prato bom para o Estado, como o pierogi, que é uma massa cozida recheada com batata e requeijão, além dos bigos, uma espécie de carne de porco em pedaços cozida com chucrutem, e o goulash.
Já os ucranianos, que se instalaram aos montes pelo Paraná, trouxeram pratos mais para o inverno, como o borscht, que nada mais é do que uma sopa de beterraba, repolho, costela de porco defumada e creme de leite servida com broa de centeio. Nossa, deu até água na boca!
Na época em que os imigrantes vieram para o Paraná, lá pelos séculos XVIII e XIX, o Estado vivia o auge do tropeirismo. Os tropeiros, por sua vez, levavam para cima e para baixo alimentos não perecíveis e que duravam muito tempo, como o carque (ou carne-seca), o milho, a farinha de mandioca, o toucinho, o arroz e o feijão. Os homens faziam umas misturas e deu do que deu: arroz de carreteiro, feijão de tropeiro e mais outros pratos gostosos. Outro elemento típico da região é o pinhão, ferança dos índios que moravam por lá.
Não podemos esquecer do prato típico – e digo de passagem, delicioso – da região, o barreado. Essa delícia é feita com cortes menos nobres da carne de boi, como acém e músculo. As carnes e os ingredientes são cozidos em uma panela de barro por cerca de 12 horas. A panela é fechada com uma goma de farinha de mandioca. Após o cozimento, a carne se desmancha e é servida com farinha de mandioca, banana e rodelas de laranja. Uhhhhmmmm….
fonte: http://mdemulher.abril.com.br/blogs/anamaria-receitas/2010/08/20/especial-comidas-tipicas-receitas-do-parana/
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Danças tipicas do Paraná
Apresentação do Grupo Raizes de Marechal Candido Rondom-PR
O processo migratório no extremo oeste do Estado do Paraná
O processo de colonização se efetivou a partir da década de 1940, momento em que o Estado desenvolveu políticas de estímulo à ocupação da porção ocidental do País. Para tanto, terras localizadas no oeste do Estado do Paraná foram concedidas à empresas colonizadoras com sede no Estado do Rio Grande do Sul, local onde imigrantes chegados ao Brasil durante o século XIX conviviam com problemas de redução da fertilidade do solo devido a intensa exploração agrícola, e diminuição do tamanho das propriedades a partir das partilha dos lotes coloniais por herança.
Uma das empresas colonizadoras foi a Industrial Madeireira Colonizadora S/A - Maripá- que iniciou o processo de colonização do local onde em 1960 foi implantado oficialmente o Município de Marechal Cândido Rondon.
A área onde se localiza o Município de Marechal Cândido Rondon foi dividida em lotes coloniais cada um com 2,42 hectares ou 24.200 metros quadrados de terra. Houve, quando da divisão destes lotes, uma preocupação tanto em contemplar cada um dos lotes com parte de cursos d’água, como em interligar todos os lotes às sedes ou vilas, mesmo que em precárias vias.
Fontes:
O inicio da colonização europeia no paraná
Quando os colonizadores europeus chegaram na região do Paraná em busca de madeira de lei, encontraram com diversas tribos indígenas. Foi inclusive dos índios que veio o nome do estado, que significa em guarani “rio caudaloso”. Com o passar dos anos, estes colonizadores ocuparam pouco a pouco as terras que pertenciam aos índios, mas a colonização aconteceu somente em 1660.Devido ao Tratado de Tordesilhas, o Paraná pertencia aos espanhóis que ocupavam trechos do interior da região. A primeira vila á ser fundada pelos colonos espanhóis, foi a Vila de Paranaguá. Os portugueses também se expandiam, mas ao contrário dos seus vizinhos, ocupavam terras a partir do litoral, pressionando os espanhóis que acuados, se viram obrigados a mudar a sua rota de expansão em direção ao Paraguai.
Com as Capitanias Hereditárias, a região foi dividida em quinze lotes. A região do estado do Paraná pertencia a Capitania de São Vicente, de Martin Afonso de Souza que inclusive criou o primeiro engenho de açúcar no país.
Contudo, os portugueses e paulistas iam para a região atrás de ouro e também para escravizar os índios que se encontravam por ali. Grandes entradas bandeirantes acabaram com Reduções Jesuítas e escravizaram índios para serem vendidos para outras capitanias.Logo, o interesse pelo ouro na região do Paraná diminuiu devido ao crescimento da exploração do ouro em Minas Gerais. As famílias ricas que habitavam a região iniciaram um novo meio de conseguir gerar lucro e passaram a investir em criação de gado nas fazendas. A economia ficou baseada na pecuária. Como as grandes criações de gado estavam localizadas no Sul do país, foi aberto um caminho, chamado de Caminho de Viamão, que ligava a Vila de Sorocaba ( São Paulo) até Viamão (Rio Grande do Sul), com a finalidade de transportar o gado.
O gado era levado pelos tropeiros, que passaram a povoar os locais de parada, dando inicio a novos municípios, atualmente formam um roteiro turístico chamado de a Rota dos Tropeiros.
A Revolução Farroupilha, que aconteceu de 1835 a 1845, no Rio Grande do Sul, afetou também o Paraná. O objetivo era separar o Sul do resto do país. Mas o principal movimento foi a Revolução Liberal que estourou em São Paulo, em 1842. As comarcas que hoje pertencem ao Paraná garantiram que não iam apoiar os revolucionários gaúchos, que ficariam neutros em troca da sua emancipação. No dia 29 de agosto de 1853, foi criado o Paraná. Mas foi nomeado um estado somente em 1859. Curitiba que havia sido fundada no início da colonização, passou a ser capital em 1854.
Em 1870, foram trazidos os primeiros imigrantes para a região. Os alemães, italianos e poloneses passaram a povoar o estado, se dedicando as atividades agrícolas e artesanais. Em 1880, houve a abertura de estradas e rodovias, acelerando a ocupação. Nessa mesma época, a erva mate passou a ser o principal produto produzido na região. A produção de café e a exploração de madeira também tiveram um papel importante no crescimento da economia.
Fontes:
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A Formação da Cultura Paranaense
A cultura paranaense, é rica e diversificada, é o resultado das múltiplas contribuições de diversos povos que foram se estabelecendo nas terras do Estado.
Essa formação cultural se deu pela mistura das influências dos diversos povos que colonizaram suas terras, como os tropeiros, índios, escravos, portugueses, espanhóis, italianos, alemães e poloneses. A grande diversidade cultural do estado transparece na alimentação, nas crenças, nas festas e em outros costumes do povo paranaense.
Assim, o Estado do Paraná é uma grande composição cultural influenciada por grupos que deslocaram-se de seus países ou Estados por variados motivos. E essa mistura toda trata da cultura paranaense, manifestada e representada na arquitetura, na culinária, no artesanato, na literatura e na música.
Autor: Desconhecido
Autor: Desconhecido
Conceito de Cultura
O conceito de cultura é bastante complexo. Em uma visão antropológica, podemos o definir como a rede de significados que dão sentido ao mundo que cerca um indivíduo, ou seja, a sociedade. Essa rede engloba um conjunto de diversos aspectos, como crenças, valores, costumes, leis, moral, línguas, etc.Nesse sentido, podemos chegar à conclusão de que é impossível que um indivíduo não tenha cultura, afinal, ninguém nasce e permanece fora de um contexto social, seja ele qual for. Também podemos dizer que considerar uma determinada cultura (a cultura ocidental, por exemplo) como um modelo a ser seguido por todos é uma visão extremamente etnocêntrica.
Autor:Desconhecido
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